Site do SAFESP é raqueado e beneficia chapa que concorre eleição

De forma estranha chapa que concorre a eleição é beneficiada com suposta enquete

por Agência Futebol Interior

São Paulo, SP, 06 (AFI) - O Site do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo publicou uma nota na manhã desta sexta-feira, 06, informando que seu site foi raqueado e que uma pesquisa foi colocada de forma sórdida na página principal do mesmo. A pesquisa foi tirada do ar e imediatamente fatos estranhos ocorreram, como por exemplo a saída do site do SAFESP do ar e ficando impossibilitado de acesso até este momento, dia 06/12, às 11h25.

"O presidente em exercício do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo (SAFESP), Leonardo Schiavo Pedalini, informa que a pesquisa que estava no site da entidade é ilegal e é fruto de algum hacker. Ela entrou no site sem autorização desta presidência e sem o conhecimento do responsável pela comunicação do mesmo. Informamos que após consulta entre todos os funcionários do SAFESP, descobrimos que houve manipulação e acesso ao administrador do site sem nossa percepção.

O resultado implicava em beneficiar uma das chapas que está concorrendo ao pleito do SAFESP, tanto que somente eles votavam na enquete. E de forma estranha, após ser divulgada pelo Sr. Daniel Destro do Carmo, um exímio homem de mídias sociais, entende tudo de computador, uma das chapas ganhou uma enorme quantidade de votos. Com isso, imediatamente o mesmo publicou um aumento imenso de votos em favor de outra chapa insinuando manipulação de resultados.

Informamos que esta pesquisa não pertence ao SAFESP e foi manipulada de forma sórdida por algum hacker que entrou em nosso administrador e divulgou a pesquisa sem consentimento da entidade. Ao tomarmos conhecimento de tal fato, imediatamente retiramos esta pesquisa do ar".

MUDOU
Depois o site do SAFESP fez algumas mudanças no texto subtraindo o nome de Daniel Destro do Carmo e mudando o sentido de algumas palavras escritas. Porém, manteve a afirmação que a pesquisa não tinha autorização para entrar no ar.

Posteriormente descobriu-se que a pesquisa foi feita por uma funcionária do SAFESP, que não achou que poderia causar problemas tal pesquisa.